O clima geral foi ótimo e o show, com aquele ritmo, foi de tirar o fôlego. O atendimento em geral e a rapidez no serviço das bebidas, oferecidas pelos diversos bares disponíveis, tornaram a experiência muito tranquila.
Adorei tudo: o palco e os figurinos estavam deslumbrantes, e o canto e a dança dos atores foram simplesmente incríveis. Sentei-me no assento E19, que tinha uma visão perfeita do palco.
Uma coisa que não gostei foi que, às vezes, a música ficava extremamente alta, a ponto de começar a doer meus ouvidos, e eu não conseguia me concentrar na história nesses momentos. Se você for sensível ao barulho, leve tampões de ouvido com você.
Mas, fora isso, foi uma experiência perfeita!
Vale muito a pena ver!!!
A ilusão perfeita em um ambiente incrível.
Ao mesmo tempo, porém, é assustador ver até que ponto a tecnologia já chegou para nos fazer acreditar em um mundo que não existe...
Sempre muito legal e bem barulhento
Como fã do ABBA, é um ponto alto absoluto em Londres.
Infelizmente, não é permitido tirar fotos do interior e as verificações são muito rigorosas.
Mas já fomos duas vezes ao ABBA Stadion e nunca nos arrependemos.
Come Alive é, simplesmente, magia teatral — daquelas que nos lembram por que as apresentações ao vivo podem ser tão transcendentais. Desde o momento em que as atuações começam, o espetáculo pulsa com energia, confiança e uma alegria quase contagiante que não dá trégua.
O que faz “Come Alive” se destacar é a sensação de imersão total que proporciona. Não se limita a contar uma história — ele convida você a entrar nela. A encenação é ousada e criativa, mudando constantemente de forma a manter seus olhos percorrendo o palco, com medo de perder um único detalhe. Cada transição parece perfeita, quase cinematográfica, mas inconfundivelmente ao vivo. É uma daquelas raras produções em que o espetáculo realça a emoção, em vez de ofuscá-la.
As atuações são simplesmente extraordinárias. O elenco irradia carisma, apresentando performances vocais que são tecnicamente impecáveis e carregadas de emoção. Há uma sensação genuína de que todos no palco estão dando o máximo de si, e esse comprometimento se transmite diretamente ao público. Os protagonistas conduzem o espetáculo com maestria, mas é o conjunto que dá a “Come Alive” seu batimento cardíaco — cada movimento, cada harmonia, cada momento da coreografia parece ter um propósito e estar cheio de vida.
Por falar em coreografia, ela é eletrizante. Os números de dança são dinâmicos e emocionantes, combinando precisão com personalidade. Há uma expressão corporal nos movimentos que reflete os temas do espetáculo — transformação e possibilidade —, fazendo com que cada número pareça uma celebração do que o corpo humano — e o espírito — são capazes de fazer.
E depois há a música. A trilha sonora está repleta de números cheios de energia e momentos emocionalmente marcantes, cada música se desenvolvendo a partir da anterior até que todo o teatro pareça vibrar com o som. A música-título, “Come Alive”, se destaca especialmente — um número de arrasar em todos os sentidos, com um crescendo que parece capaz de arrancar o telhado do prédio. É o tipo de momento em que você olha ao redor e percebe que todos estão completamente tomados pelo mesmo sentimento.
Resumindo, “Come Alive” não é apenas um musical — é uma experiência. Ousado, alegre e profundamente comovente, ele permanece na memória muito tempo depois da última reverência. Se este não é o melhor musical que já vi, é certamente aquele que me pareceu mais vivo.
O espetáculo “Come Alive” foi realmente incrível; os artistas foram muito divertidos, exibindo algumas manobras acrobáticas difíceis, e não houve nenhum momento de tédio durante o show. Muito bom! Com certeza voltaremos para assistir a mais apresentações.
Foi uma tarde mágica. O espetáculo é uma mistura de teatro de marionetes e musical. Os próprios atores não cantam, mas são acompanhados por uma cantora incrível, que interpreta as canções no original em japonês.
A música é tocada ao vivo, o que proporciona momentos de arrepios.
Fantastic performance by Helen Chong and the rest of the cast, phenomenal puppeteering and stage craft. Highly recommended.
(Only took one photo of title as photography of performance is not allowed!)